As mulheres de + 50 anos mais lindas que você já viu!
Mylla Christie

A modelo Mylla Christie, conhecida por sua atuação em revistas como Capricho e por ser capa de Boa Forma, Manequim e Criativa, destacou-se em campanhas publicitárias renomadas, como Philco Hitachi, Pepsi, Colgate, C&A, Goodyear, Molico, Carefree, Ryder e Sabonete Lux. Aos 15 anos, viveu e trabalhou no Japão, retornando posteriormente ao Brasil para se tornar apresentadora do programa Zaap na Rede Record, além de ter conduzido o Clube da Criança na extinta Rede Manchete e lançado um disco como cantora.Apesar do convite para participar da Casa dos Artistas no SBT, Mylla optou por comandar o programa Mylla in Forma na Rede Mulher. Na área da atuação, ela iniciou sua carreira interpretando Jéssica em “Meu Bem, Meu Mal” e ganhou destaque em 1995 na minissérie “Engraçadinha… Seus Amores e Seus Pecados”. Após “Quem É Você?”, mudou-se para a Rede Record e, mais tarde, retornou à Globo em 2004 com uma atuação marcante em “Senhora do Destino”. Contratada pela Record em 2007, participou de “Amor e Intrigas”.
No cinema, Mylla estreou com “Era uma vez…” e atuou em diversos filmes, incluindo “As Doze Estrelas” (2009). No teatro, participou de peças como “Veneza” (2005) e “Acorda Brasil” (2006). Após cinco anos afastada da televisão, ela retornou em 2013 na minissérie “José do Egito”. Em 2017, voltou às novelas em “Carinha de Anjo” e integrou o elenco de “As Aventuras de Poliana”.
Na vida pessoal, Mylla Christie é reconhecida por suas características marcantes, como as sardas, e é formada em Jornalismo. Inicialmente praticou musculação intensa, mas atualmente foca em aulas de ioga e reeducação postural global (RPG). Em 2007, Mylla casou-se com o empresário Paulo Luis Sartori, conhecido como Tutu Sartori, com quem abriu um spa no Rio de Janeiro. Em 2009, o casal mudou-se para São Paulo, onde nasceu o primeiro filho, Arthur, em 19 de julho de 2011.

Magda Cotrofe

Magda Cotrofe, uma das grandes musas dos anos 1980, destacou-se em campanhas, capas de revistas e programas de TV. Durante a década de 80, Magda Cotrofe, agora mãe de dois filhos adultos, compartilhava com Xuxa, Monique Evans e Luiza Brunet, a quem foi considerada sucessora, o título de modelo brasileira mais requisitada para fotos e campanhas.
Nascida em Campos, interior do Rio, a ex-patinadora artística competiu no Miss Rio de Janeiro e tornou-se a “Brotinho da Ele & Ela”, uma revista masculina popular na época. No entanto, foi em 1985, ao estampar a capa da “Playboy”, que sua carreira decolou. Aos 57 anos, Magda continua a paixão pela fotografia e, alinhada com os tempos modernos, gera renda através de postagens em sua conta no Instagram. Em uma entrevista ao Clube da Vip em 2020, ela afirmou: “Permaneço sendo Magda Cotrofe e estou constantemente me reinventando, explorando novos projetos”.
Márcia Dornelles foi descoberta por um olheiro da Playboy e estampou a capa da revista em 1985. “O convite para posar para a Playboy foi a experiência mais inesperada da minha vida. Nunca imaginei que um dia posaria nua”, revela Márcia.
Como ocorreu a descoberta? “Fui a um teste para um comercial acompanhando uma amiga modelo. Um olheiro da revista estava presente e, ao me ver, fez a proposta imediatamente. Eu tinha acabado de me mudar para o Rio de Janeiro, tentando me estabelecer, trabalhando em uma confecção como modelo de provas”, recorda a mineira, que na época frequentava o Senac para se tornar profissional e vivia com a mala nas costas, trocando frequentemente de residência e dividindo apartamento com desconhecidas.
Segundo Márcia, a oferta para posar nua foi irresistível, e ela aceitou motivada pelo cachê. Poucos dias depois, estava posando para as lentes de J. R. Duran, o fotógrafo das estrelas. “Queria comprar um apartamento, e isso me motivou. Posei e comprei!”, celebra Márcia. Ela se tornou uma celebridade da noite para o dia, recordando com bom humor o momento em que desceu para comprar pão na padaria e se deparou com um outdoor exibindo sua foto gigante em frente ao prédio onde morava.

Valéria Valenssa

Valéria Valenssa, nascida em uma realidade humilde no subúrbio carioca, mais especificamente no bairro da Pavuna, construiu sua trajetória na adolescência ao mudar-se para Vila Valqueire, onde cresceu. Desde cedo, demonstrava sua paixão pela dança e alimentava o sonho de se tornar uma Chacrete. Aos 12 anos, ela participou de um curso gratuito de modelo, sinalizando seu interesse no mundo da moda. Aos 15 anos, sua jornada tomou novos rumos ao vencer o concurso para ser a “Batgirl” promovido no Sesc de Madureira, em celebração ao lançamento do filme Batman.
Esse foi apenas o começo, pois Valéria continuou trilhando seu caminho de sucesso. Participou de desfiles e figurações em comerciais, destacando-se como a Garota Tropical em um desfile realizado em uma discoteca. Mais tarde, conquistou o título de Garota Charlie Chaplin em um evento promovido por um salão de beleza. O ano de 1989 marcou um ponto crucial em sua trajetória, quando disputou o título de Garota de Ipanema. Mesmo ficando em quarto lugar, sua simpatia e alegria no samba encantaram o público e os jurados, incluindo Hans Donner. Esse encontro resultou no convite para estrelar a vinheta de carnaval da Rede Globo em 1990, e assim surgiu o apelido “Globeleza”.
Valéria protagonizou a vinheta por mais de uma década, tornando-se o símbolo máximo da cobertura de carnaval da Globo. Suas apresentações, envolvendo efeitos especiais de última geração e performances de dança, marcaram época. Mesmo grávida, ela continuou a encantar o público em 2003 e, no ano seguinte, sua imagem foi digitalizada devido à segunda gravidez. Em 2005, passou seu título para Giane Carvalho, encerrando um longo reinado.
Além de sua notoriedade como musa do carnaval, Valéria desfilou por diversas escolas de samba, iniciando em 1990 na Caprichosos de Pilares, sua escola de coração. Seu talento não se limitou ao carnaval, pois sempre desejou ser cantora. Em 1993, formou um grupo musical chamado Lilith, que teve destaque com a música “Todo Amor é Bom”. Posteriormente, lançou um CD solo em 2002, embora sem grande repercussão.
Em 2018, Valéria retornou à televisão, atuando como jurada no quadro Dez ou Mil, do Programa do Ratinho no SBT, e como participante da quarta temporada do talent show Dancing Brasil na RecordTV, sendo eliminada na sexta rodada. Em 2019, foi contratada pela RecordTV Rio para apresentar o quadro O Bom do Bairro no Balanço Geral Rio. A extensa carreira de Valéria Valenssa é um testemunho de sua versatilidade e impacto duradouro no cenário artístico brasileiro.
Bruna Lombardi

Bruna Lombardi é uma mulher extraordinária, que transcende o tempo com sua beleza e talento. Além de ser uma renomada atriz, escritora, apresentadora e produtora, Bruna Lombardi é uma verdadeira deusa da juventude eterna. A sua estreia na TV ocorreu em 1977, na série ‘Sem Lenço, sem Documento’. No ano seguinte, brilhou em ‘Aritana’ na TV Tupi, onde não apenas demonstrou seu incrível talento, mas também encontrou o amor de sua vida, Carlos Alberto Ricelli, com quem compartilha uma união até os dias de hoje.
Em 1985, Bruna Lombardi deixou sua marca inesquecível ao interpretar Diadorim em ‘Grande Sertão: Veredas’, consolidando sua carreira como uma das maiores atrizes de sua geração. Além disso, em uma parceria artística com o marido Carlos Alberto Ricciele, e o filho, Kim, ela roteiriza e protagoniza a incrível série ‘A Vida Secreta dos Casais’.
Aos 70 anos, Bruna Lombardi continua a personificar a elegância e a beleza atemporal. O tempo parece ter feito uma pausa em sua presença, mantendo-a tão bela e encantadora como sempre.

Maitê Proença

Maitê Proença, filha da professora Margot Proença e do Procurador de Justiça Augusto Carlos Eduardo da Rocha Monteiro Gallo, nasceu em São Paulo e cresceu em Campinas. Com raízes portuguesas, seus avôs maternos e paternos eram portugueses. Aos cinco anos, matriculou-se na Escola Americana de Campinas, onde aprendeu inglês. Aos doze, enfrentou a tragédia do assassinato de sua mãe pelo pai, sendo testemunha de defesa. Aos dezesseis, mudou-se para Paris para concluir seus estudos.
De volta ao Brasil, Proença passou por desafios, buscando abrigo em um quarto nos fundos de uma igreja. Tentou cursar Psicologia na PUC-SP, mas optou por viajar por diversos países. Enfrentou problemas emocionais, incluindo o vício em drogas e álcool, mas afirmou ter superado facilmente o uso dessas substâncias.
Em 1979, estreou como atriz em “Dinheiro Vivo”. Após um acidente em “Coração Alado”, foi convidada para “As Três Marias”. Em 1986, protagonizou “Dona Beija”, marcando a primeira cena de nudez em horário nobre. De volta à Globo em 1987, participou de “Sassaricando” e recebeu prêmios por “Brasa Adormecida”. Na Manchete, protagonizou “A Marquesa de Santos”. Em 1998, atuou em “Torre de Babel” e filmes como “A Hora Mágica” e “Paixão Perdida”. Em 2015, estreou em “Alto Astral” e, em 2016, participou de “Liberdade Liberdade”.
Considerada uma das atrizes mais belas do Brasil, Proença foi capa da Playboy em 1987 e 1996. Suas crônicas na revista Época conquistaram o público. Em 2007, lançou “Uma Vida Inventada”. Em 2008, participou de “Três Irmãs”. Em 2009, integrou “Caminho das Índias”. Demitida do “Saia Justa” em 2010, entrou em “Passione”. Em 2015, estreou em “Alto Astral” e, em 2016, em “Liberdade Liberdade”. Em 2016, foi demitida da Globo, causando surpresa e revolta entre os fãs.
Maitê Proença, filha da professora Margot Proença e do Procurador de Justiça Augusto Carlos Eduardo da Rocha Monteiro Gallo, é uma figura multifacetada cuja trajetória abrange não apenas sua notável carreira artística, mas também experiências marcantes em sua vida pessoal.
A atriz nasceu em São Paulo e passou sua infância em Campinas. Sua ascendência portuguesa é evidente, com ambos os avôs, materno e paterno, sendo portugueses. Desde os cinco anos, Maitê foi matriculada na Escola Americana de Campinas, frequentada principalmente por filhos de norte-americanos no Brasil, proporcionando-lhe fluência em inglês.
Além de sua carreira artística, Maitê Proença é reconhecida por sua beleza, tendo sido capa da Playboy em 1987 e 1996. Suas crônicas em Época conquistaram o público pela sinceridade e inteligência. “Uma Vida Inventada” (2007) revela sua habilidade na escrita.
Em 2008, Maitê integrou “Três Irmãs” e lançou “Onde Andará Dulce Veiga?”. Sofreu um acidente em 2008, mas continuou suas atividades artísticas. Participou de “Caminho das Índias” (2009) e “Alto Astral” (2015). A demissão em 2016 não a impediu de continuar sua carreira, destacando-se em “Liberdade Liberdade” e outras produções.

Solange Frasão

Vera Fisher


Luíza Brunet


Luma de Oliveira

Luma de Oliveira, a última dos seis filhos de José Luiz Bedas de Oliveira e Maria Luíza de Castro Oliveira, é uma personalidade multifacetada que conquistou renome como empresária, atriz, modelo e musa do carnaval brasileiro.
Criada em Niterói, Luma iniciou sua carreira de modelo aos 16 anos, ganhando destaque em desfiles internacionais na Alemanha, França e Japão. No entanto, no Brasil, inicialmente conhecida como a irmã mais nova da famosa atriz Ísis de Oliveira, sua notoriedade cresceu ao tornar-se musa de desfiles de carnaval por várias escolas do Rio de Janeiro.
Luma de Oliveira causou polêmica e atraiu a atenção nacional ao desfilar com uma coleira com o nome de seu então marido, Eike Batista, em 1998. Sua participação em desfiles foi marcada por momentos controversos, como em 2001, quando se ajoelhou diante da bateria durante uma paradinha, encarnando o pecado da luxúria.
Além de sua presença no carnaval, Luma brilhou em ensaios sensuais para revistas masculinas, sendo capa da Playboy cinco vezes, e também estampou a capa da edição brasileira comemorativa dos 50 anos da revista. Sua beleza e sensualidade a levaram a ser considerada uma das mulheres mais sexy do mundo pela VIP em diversos anos.
Como atriz, Luma participou de novelas de destaque na Rede Globo, incluindo “O Outro” e “Meu Bem, Meu Mal”. No entanto, sua carreira na atuação teve algumas interrupções devido a gravidez e recusa de papéis.
Além de sua atuação na mídia e entretenimento, Luma de Oliveira empreendeu no ramo de cosméticos por meio da FLX Consultoria e Franchising Ltda., que detinha a marca Clarity. Sua incursão como empresária, no entanto, enfrentou desafios legais e comerciais.
Ao longo de sua vida, Luma foi capa de várias revistas, participou de campanhas publicitárias e, em 2012, foi enredo da escola de samba Estácio de Sá. Seu percurso é marcado por polêmicas, conquistas e uma trajetória versátil nas diferentes esferas da mídia e negócios.

Cuca Lazzarotto


Paula Burlamaqui


Helô Pinheiro

Heloísa Eneida Paes Pinto Mendes Pinheiro, nascida em 7 de julho de 1943 no Rio de Janeiro, é uma renomada apresentadora, empresária e ex-modelo brasileira, notória por ter sido a musa inspiradora de Tom Jobim e Vinicius de Moraes na emblemática canção “Garota de Ipanema”, que projetou a bossa nova internacionalmente. Ela é reconhecida como uma das 10 grandes mulheres que marcaram a história do Rio de Janeiro.
A trajetória de Helô como a “Garota de Ipanema” teve início em 1962, quando Tom Jobim e Vinícius de Moraes a viram, então com apenas 17 anos, caminhando distraída de biquíni pelas areias da Praia de Ipanema. A canção, desde sua composição, foi interpretada por diversos cantores internacionais em português e inglês, incluindo Frank Sinatra, Amy Winehouse, Cher, Mariza, Madonna, Sepultura, SHINee, entre outros. A música também foi adaptada instrumentalmente como tema do filme “Garota de Ipanema” em 1967.
Sua carreira como modelo decolou em 1964, após a revelação de sua identidade como a musa inspiradora. Helô tornou-se uma modelo internacional, desfilando e fotografando para grifes em vários países. Contudo, a partir de 1966, ela decidiu focar em trabalhos no Brasil devido ao seu recente casamento. A carreira de modelo foi interrompida em 1972 devido a quatro gravidezes consecutivas.
Em 1979, Helô aceitou o convite para atuar na telenovela “Cara a Cara” na Rede Bandeirantes, seguida por uma participação em “Água Viva” no ano seguinte. No entanto, após esses projetos, ela não se viu mais como atriz e não aceitou novos projetos nessa área. Em 1984, estreou como apresentadora no programa “Ela”.
A transição para a carreira de apresentadora marcou uma nova fase na vida profissional de Helô. Ela comandou diversos programas, como “Show da Tarde” no SBT, “The Girl from Ipanema” nos Estados Unidos, “Programa Helô Pinheiro” na Rede Mulher, “Rio Mulher” na CNT, e “Código de Honra” na TV Justiça, entre outros. Em 2009, participou da sexta temporada do “Dança dos Famosos”. Em 2012, lançou seu livro autobiográfico “A Eterna Garota de Ipanema”.
Além de sua atuação na televisão, Helô lançou em 1999 sua própria grife de moda praia, intitulada “Garota de Ipanema”, com lojas em diversos estados do Brasil. Em 2009, introduziu sua segunda grife, “Amarras”, com peças desenhadas pela estilista Andréa Schostak.
Márcia Dornelles

Márcia Dornelles, uma figura multifacetada, iniciou sua jornada como modelo e atriz na década de 80, catapultando sua carreira para capas de revistas, incluindo a Playboy, e a bancada do júri do Chacrinha na TV Globo. Sua experiência abrange teatro, cinema e novelas como “Brasileiras e Brasileiros” e “Perigosas Peruas”, além da série “Colônia Cecília”.
Com graduação em marketing, Márcia fundou a MD Produções em 1994, onde continua atuando na produção de projetos artísticos e serviços relacionados à moda, como produtora de moda, stylist e assessora de artistas. Sua abordagem colaborativa se estende a vários veículos de mercado, destacando-se como produtora de conteúdo digital. Como representante exclusiva da Revista Mensch no Rio de Janeiro, lidera a realização de ensaios de capa para a publicação.
Márcia compartilha sua paixão por artes e raízes sólidas no marketing. Sua abordagem é centrada em identificar e destacar talentos, proporcionando suporte profissional e conselhos para fortalecer a imagem do artista. Suas estratégias de carreira e habilidades na tomada de decisões refletem uma vida dedicada à promoção e cuidado dos talentos artísticos que encontra em seu caminho.



