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Os Homens de + 50 anos mais bonitões !

Esses caras com 50+ mostram que a idade só acrescenta charme e estilo.  É hora de reconhecer que a verdadeira beleza e elegância não tem data de validade!

Carlos Alberto Riccieli

Carlos Alberto Riccelli, nascido em São Paulo em 3 de julho de 1946, é ator e diretor. Em 1990, tomou a decisão de se estabelecer nos Estados Unidos, retornando ao Brasil exclusivamente para se envolver em projetos cinematográficos e participar de breves empreendimentos na televisão.

Em sua trajetória na TV, desempenhou papéis marcantes na teledramaturgia. Destacam-se personagens como o índio Aritana na telenovela “Aritana” (1978) na extinta TV Tupi, o Rudy em “Sétimo Sentido” (1982) e o pescador Nô na minissérie “Riacho Doce” (1990). Contudo, sua atuação mais notável foi como o ex-modelo e garoto de programa César Ribeiro em “Vale Tudo” (1988), onde interpretou o parceiro de malandragem de Maria de Fátima (Glória Pires) e amante da mega vilã Odete Roitman (Beatriz Segall). Em 2007, deu um passo importante em sua carreira ao estrear como diretor no filme “O Signo da Cidade”. Além disso, em 2004, participou da produção do curta-metragem “O homem que sabia javanês”, dirigido por Xavier de Oliveira. O filme é baseado em um conto de Lima Barreto e narra a história de Castelo, personagem interpretado por Riccelli, que, em meio à miséria do desemprego, finge saber javanês para conseguir um emprego ofertado por um homem público, o Barão de Jacuecanga.


Edson Francisco Celulari

Edson Francisco Celulari, nascido em Bauru em 20 de março de 1958, iniciou sua carreira em 1978 na telenovela “Salário Mínimo” da extinta TV Tupi. No entanto, foi no cinema que ele ganhou notoriedade, especialmente por seu papel em “Asa Branca: Um Sonho Brasileiro”, que lhe conferiu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Brasília.

Ao longo de sua carreira na televisão, Celulari desempenhou papéis marcantes em diversas produções, como “Ciranda de Pedra”, “Guerra dos Sexos”, “Amor com Amor Se Paga”, “Sassaricando” e “Que Rei Sou Eu?”, entre outras.

Sua trajetória na TV iniciou-se na TV Tupi em 1978, interpretando Ivan na telenovela “Salário Mínimo”. Nos anos seguintes, participou de outras produções, como “Gaivotas” e “Casa Fantástica”. Na década de 1980, migrou para a Rede Globo, atuando em sucessos como “Marina”, “Plumas e Paetês”, “Ciranda de Pedra”, “O Homem Proibido”, “Louco Amor” e “Guerra dos Sexos”.

Durante a década de 1990, destacou-se na minissérie “Decadência”, conquistando prêmios como Melhor Ator pela Revista da TV e pelo Troféu APCA. Em 1998, teve uma atuação memorável em “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, interpretando Vadinho.

Nos anos 2000, recebeu indicações a prêmios por seu trabalho em “Sabor da Paixão” e “Beleza Pura”. Sua versatilidade foi evidenciada em diversas participações em programas humorísticos, como “Sai de Baixo” e “Os Normais”.

Na década de 2010, participou de produções como “Araguaia”, “S.O.S. Emergência”, “A Força do Querer” e “O Tempo Não Para”. Sua extensa carreira é marcada por personagens memoráveis e contribuições significativas para a teledramaturgia brasileira.


Fábio Assunção

Fábio Assunção, nascido em São Paulo em 10 de agosto de 1971, é  ator e diretor teatral, reconhecido principalmente por sua notável atuação em telenovelas da TV Globo, sendo laureado com diversos prêmios por seu talento. Além de sua carreira artística, Fábio ingressou na vida política ao filiar-se ao Partido dos Trabalhadores (PT) em 2017.

A trajetória de Fábio nas artes começou com aulas de piano e violão na infância, posteriormente expandindo-se para teatro ao ingressar na Fundação das Artes, em São Caetano. Aos 15 anos, com habilidades em guitarra e piano, chegou a formar uma banda chamada Delta T, embora os desafios financeiros tenham interrompido esse sonho. Sua carreira decolou quando, uma semana após entregar seu currículo à Rede Globo, foi escolhido para sua primeira novela, “Meu Bem, Meu Mal”.

Ao longo dos anos, Fábio protagonizou diversas produções marcantes, destacando-se como mocinho em “Vamp” (1991), “De Corpo e Alma” (1992), e vilão em “Sonho Meu” (1993). Sua versatilidade foi evidente em papéis como Marcos Mezenga em “O Rei do Gado” (1996) e Marcelo de Barros Mota em “Por Amor” (1997-1998). Conquistou prêmios por sua atuação, como o Troféu Imprensa por “O Rei do Gado” e os prêmios Qualidade Brasil e Contigo por “Celebridade” (2004).

Fábio enfrentou desafios pessoais, como sua luta contra a dependência química, o que o levou a afastar-se de projetos, inclusive deixando a novela “Negócio da China” em 2008. Em 2009, recebeu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cinema Brasileiro de Los Angeles por “Bellini e o Demônio”. Seu retorno à televisão ocorreu com a minissérie “Dalva e Herivelto – Uma Canção de Amor”, rendendo-lhe uma indicação ao Emmy Internacional.

Em 2010, Fábio foi escalado para “Insensato Coração”, mas deixou o elenco alegando não estar preparado para o ritmo intenso de gravações. Após um período de tratamento, retornou em 2011 como Jorge em “Tapas & Beijos”. Em 2015-2016, viveu o playboy Arthur em “Totalmente Demais”, seguido por outros sucessos como “A Fórmula” (2017) e “Onde Nascem os Fortes” (2018).

Em 2017, enfrentou novos desafios com as drogas, recebendo apoio da Globo para tratamento na Argentina. Sua carreira, marcada por altos e baixos, continua a impressionar críticos e público, demonstrando sua resiliência e talento excepcionais.


Guilherme Fontes

Guilherme Machado Cardoso Fontes, nascido em Petrópolis em 8 de janeiro de 1967, é ator, diretor e produtor brasileiro que ganhou proeminência por suas performances marcantes em produções televisivas como “Mulheres de Areia” (1993), onde interpretou o protagonista Marcos, e “A Viagem” (1994), no papel do vilão Alexandre.

Sua carreira teve início aos 18 anos, quando estreou na primeira versão de “Ti Ti Ti” (1985), de Cassiano Gabus Mendes. Além de suas contribuições para a televisão, Fontes destacou-se no cinema com papéis em filmes como “A Cor do Seu Destino” (1986) e “Um Trem para as Estrelas” (1987), dirigido por Cacá Diegues. Seu primeiro grande sucesso foi na minissérie “Desejo” (1990), de Glória Perez, onde interpretou Dilermando de Assis.

Ao longo de sua carreira na televisão, Guilherme participou de mais de vinte novelas e séries, notabilizando-se como Marcos em “Mulheres de Areia” (1993) e como Alexandre Toledo em “A Viagem” (1994). Este último papel, como vilão em uma trama espírita, tornou-se memorável e a novela foi reprisada diversas vezes, batendo recordes de audiência.

Além de seu trabalho na atuação, Guilherme Fontes destacou-se como produtor teatral, realizando peças como “Desejo” e “Eu Odeio Hamlet”. Ele também embarcou em projetos ambiciosos, como a produção da série de documentários “Dossiê Chatô” (1994) e a série “Cinco Dias que Abalaram o Brasil”. No campo cinematográfico, dirigiu o filme “Chatô, O Rei do Brasil” (1999), considerado por Cacá Diegues como o “último filme tropicalista do cinema brasileiro”.

No aspecto pessoal, Guilherme Fontes enfrentou controvérsias, incluindo questões relacionadas a captação de recursos por meio da Lei Rouanet e Lei do Audiovisual. Em 2015, lançou o filme “Chatô, O Rei do Brasil”, que, apesar de recepção mista, rendeu-lhe prêmios, incluindo o APCA de melhor diretor de longa-metragem.

Em 2019, retomou sua presença na televisão ao participar da telenovela “Órfãos da Terra”. Guilherme Fontes, ao longo de sua carreira, demonstrou versatilidade e participou de projetos que deixaram uma marca significativa na cultura audiovisual brasileira.


Humberto Martins

Humberto Martins Duarte, nascido em Nova Iguaçu em 14 de abril de 1961, é  conhecido principalmente por seus papéis em diversas telenovelas da TV Globo, frequentemente desempenhando personagens “galãs”. Sua carreira ganhou destaque a partir da década de 90, e ele atuou em várias obras de renome, colaborando com escritores como Carlos Lombardi e Glória Perez.

Martins iniciou sua trajetória nas novelas com participações em “Carmem” (1987) e “Vale Tudo” (1989). Seu primeiro papel fixo foi em “O Sexo dos Anjos” (1989). Nos anos seguintes, destacou-se em produções como “Barriga de Aluguel” e “Mulheres de Areia”. Em 1990, teve uma participação em “Rainha da Sucata”, contracenando com Regina Duarte.

Em 1994, viveu seu primeiro papel protagonista, interpretando Bruno em “Quatro por Quatro”. Tornou-se um dos atores preferidos do autor Carlos Lombardi, participando de várias de suas produções, como “Vira Lata”, “Uga Uga”, “O Quinto dos Infernos”, “Kubanacan” e “Pé na Jaca”.

Ao longo de sua carreira, protagonizou novelas como “Corpo Dourado” (1998), ao lado de Cristiana Oliveira, com quem mais contracenou ao longo de quatro novelas e uma minissérie. Em 2005, quebrou o estereótipo ao interpretar o empresário Laerte em “América”, seguido pelo papel de feitor Bruno em “Sinhá Moça” (2006).

Em 2008, desempenhou o papel de antagonista principal como o médico Renato em “Beleza Pura”. No ano seguinte, destacou-se como o inescrupuloso empresário Ramiro Cadore em “Caminho das Índias”.

Ao longo de sua carreira, Humberto Martins teve uma única atuação no cinema, interpretando o personagem homônimo no filme “Tiradentes”. Também participou de eventos fora da atuação, como sendo destaque na última alegoria do desfile campeão do GRES Aliança de Joaçaba-SC em 2009.

Em 2010, voltou a protagonizar como Ricardo Aguilar em “Escrito nas Estrelas”. Participou do remake de “O Astro” como Neco, vivendo o papel que originalmente foi interpretado por Flávio Migliaccio.

Em 2012, despediu-se do personagem Nacib na novela das 23h “Gabriela” de Walcyr Carrasco. Em 2015, participou do espetáculo teatral da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém como Pôncio Pilatos.

Em 2019, integrou o elenco da novela “Verão 90”, interpretando o personagem Herculano Mendes. Ao longo de sua carreira, Humberto Martins consolidou-se como um dos atores brasileiros mais reconhecidos e queridos do público.


Marcello Antony

Marcello Couto Antony de Farias, nascido em 28 de janeiro de 1965 no Rio de Janeiro, tem uma carreira destacada na televisão, cinema e teatro, interpretando papéis marcantes e internacionalmente reconhecidos.

Crescendo no bairro do Catete, na Zona Sul do Rio de Janeiro, Marcello tem ascendência italiana e portuguesa. Ele é o filho mais velho de Marilda Couto e José Roberto Antony de Farias, e tem dois irmãos mais jovens, Maurício e Márcio. Seu nome foi grafado com dois “l” em homenagem ao renomado ator italiano Marcello Mastroianni.

Iniciou sua carreira no teatro em 1989, após frequentar um curso na Casa das Artes de Laranjeiras. Sua estreia na televisão aconteceu em 1996 na primeira fase da novela “O Rei do Gado”, onde interpretou Bruno Berdinazzi. Ao longo de sua carreira na televisão, participou de várias novelas, destacando-se em obras como “Salsa e Merengue”, “Torre de Babel”, “Terra Nostra”, “Um Anjo Caiu do Céu”, “Coração de Estudante”, “Mulheres Apaixonadas”, “Senhora do Destino”, “Belíssima”, “Paraíso Tropical”, “Ciranda de Pedra”, “Passione” e “Amor à Vida”.

Em 2017, interpretou Edgar Gutierrez em “Malhação – Viva a Diferença” e participou do longa-metragem “Pequeno Segredo”. Em 2018, mudou-se para Portugal para integrar o elenco da novela “Valor da Vida” da TVI, interpretando Jesus Gonzaga, um neurocientista ambicioso e cheio de segundas intenções.

Ao longo de sua carreira, Marcello Antony conquistou reconhecimento e prêmios por suas atuações, consolidando-se como um dos talentos mais versáteis e respeitados do cenário artístico brasileiro.


Marcello Novaes

Marcello Tolentino Novaes, nascido em 13 de agosto de 1962 no Rio de Janeiro, é ator com uma carreira versátil e repleta de sucessos na televisão.

Desde sua infância, Marcello, também conhecido como Marcelinho, demonstrou sua paixão pela atuação, imitando Roberto Carlos e participando de esquetes improvisados desde os três anos de idade. Essa paixão o levou a buscar aprimoramento na escola de teatro O Tablado, onde estudou com outros talentos como Malu Mader, Drica Moraes, Maurício Mattar e Felipe Camargo.

Sua estreia na televisão ocorreu em 1988, na novela “Vale Tudo”. Marcello se destacou ao interpretar o mesmo papel em duas novelas diferentes, ambas escritas por Silvio de Abreu: “Rainha da Sucata” e “Deus Nos Acuda”. Seu primeiro protagonista veio em 1994, quando interpretou o mecânico Raí em “Quatro por Quatro”.

Ao longo de sua carreira, Marcello participou de diversas novelas, minisséries e séries, como “Vira Lata”, “Zazá”, “Chiquinha Gonzaga”, “O Clone”, “A Casa das Sete Mulheres”, “Chocolate com Pimenta”, “Sete Pecados”, “Três Irmãs”, “Cama de Gato”, “Cordel Encantado”, “Avenida Brasil”, “Além do Horizonte”, “Dupla Identidade”, “A Regra do Jogo”, “Sol Nascente”, “O Outro Lado do Paraíso” e “O Sétimo Guardião”.

Em sua trajetória, Marcello recebeu elogios por sua versatilidade e pela interpretação de personagens diversos, incluindo protagonistas, vilões e personagens cômicos. Sua participação em “Avenida Brasil” como o vilão Max foi especialmente destacada pela crítica.

Além de sua carreira na televisão, Marcello Novaes também atuou no cinema e teatro, consolidando-se como um dos atores mais respeitados e admirados da cena artística brasileira.


Marcos Palmeira

Marcos Palmeira de Paula, nascido em 19 de agosto de 1963 no Rio de Janeiro, é  ator e empresári. Sua carreira artística teve início no cinema em 1968, com uma participação em “Copacabana Me Engana”, e na televisão, sete anos mais tarde, no especial “O Menino Atrasado” da extinta TVE Brasil. No entanto, foi na década de 1980 que ele se consolidou na carreira, estreando na telenovela “Roda de Fogo” e posteriormente em obras como “Mandala”, “Vale Tudo” e “Renascer”, além de minisséries como “Desejo” e “Memorial de Maria Moura”.

No cinema, Marcos Palmeira destacou-se em 1988 no papel de Alpino em “Dedé Mamata”, recebendo prêmios como o Kikito de Ouro de ‘Melhor Ator Coadjuvante’ no Festival de Gramado. Sua atuação em “Barrela: Escola de Crimes” também lhe rendeu outro prêmio de ‘Melhor Ator’. Ele continuou a brilhar no cinema, interpretando o personagem principal em “Villa-Lobos – Uma Vida de Paixão”.

Ao longo dos anos, Marcos Palmeira participou de diversas produções na televisão, incluindo novelas, minisséries e séries, como “Pantanal”, “Desejo”, “Memorial de Maria Moura”, “Torre de Babel”, “Andando nas Nuvens”, “Esplendor”, “Porto dos Milagres”, “Cama de Gato”, “Cheias de Charme”, “Velho Chico”, “A Dona do Pedaço” e muitas outras.

Além de sua carreira como ator, Marcos Palmeira também teve empreendimentos como empresário. Seu talento, versatilidade e contribuições significativas para o cenário artístico brasileiro fizeram dele uma figura respeitada e reconhecida no meio.

 


Maurício Mattar

Maurício Mattar Kirk de Souza, nascido em 3 de abril de 1964 no Rio de Janeiro, é um polivalente artista brasileiro, atuando como ator, cantor e compositor.

Sua carreira teve início em 1984, quando interpretou o namorado de Catarina (Marieta Severo) no último capítulo de “Vereda Tropical”. No ano seguinte, foi revelado em “Roque Santeiro” como João Ligeiro, irmão do personagem-título interpretado por José Wilker.

Além de sua carreira artística, Maurício Mattar é conhecido por sua vida pessoal marcada por relacionamentos públicos. Em 1983, iniciou um relacionamento com a cantora Elba Ramalho, com quem se casou em 1985. O casal teve um filho, Luã Ramalho Mattar, em 1987, mas se divorciou em 1990, mantendo uma relação amigável.

Posteriormente, teve relacionamentos com Flávia Gracie, Fabiana Sá, Angélica, Deborah Secco, Paolla Oliveira, Keiry Costa, Bianca Assumpção, e Shay Dufau. Em 2019, nasceu sua filha com Shay Dufau, chamada Ilha Dufau Mattar.

Maurício Mattar também se tornou avô de Esmeralda Mezkta Ramalho Mattar em abril de 2020, filha de seu filho Luã.

Sua trajetória, tanto na carreira artística quanto na vida pessoal, tornou Maurício Mattar uma figura conhecida e comentada no cenário artístico brasileiro.


Reinaldo Gianecchini

Reynaldo Cisoto Gianecchini Junior, nascido em 12 de novembro de 1972 em Birigui,  iniciou sua carreira começou como modelo em 1991, com participação em desfiles e editoriais de moda até 1998. No entanto, ficou amplamente conhecido em 2000 ao interpretar o personagem Edu na telenovela “Laços de Família”, produção da TV Globo.

Ao longo de sua carreira, Gianecchini mostrou sua versatilidade atuando em diversas produções na televisão, teatro e cinema. Seu debute como ator foi no teatro, na peça “Cacilda”. A partir de então, ele participou de várias novelas, destacando-se em “Esperança” (2002), pelo qual recebeu o Prêmio Master de Melhor Ator. Em 2004, protagonizou “Da Cor do Pecado”, conquistando o Prêmio Contigo de Melhor Ator.

Em 2005, Gianecchini viveu o mecânico Paschoal em “Belíssima”, revelando seu lado cômico e recebendo prêmios por sua atuação. Outros trabalhos notáveis incluem “Sete Pecados” (2007), “Passione” (2010-2011), “Guerra dos Sexos” (2012), “Em Família” (2014), “Verdades Secretas” (2015), “A Lei do Amor” (2016) e “A Dona do Pedaço” (2019).

Além de sua carreira artística, a vida pessoal de Gianecchini também atraiu atenção da mídia. Em 2012, o jornalista Guilherme Fiuza escreveu uma biografia sobre o ator intitulada “Giane — Vida, arte e luta”. A obra aborda diversos aspectos da vida e carreira de Gianecchini, enriquecendo a compreensão do público sobre esse talentoso artista brasileiro.