Os Homens de + 50 anos mais bonitões !
Esses caras com 50+ mostram que a idade só acrescenta charme e estilo. É hora de reconhecer que a verdadeira beleza e elegância não tem data de validade!
Carlos Alberto Riccieli



Edson Francisco Celulari
Edson Francisco Celulari, nascido em Bauru em 20 de março de 1958, iniciou sua carreira em 1978 na telenovela “Salário Mínimo” da extinta TV Tupi. No entanto, foi no cinema que ele ganhou notoriedade, especialmente por seu papel em “Asa Branca: Um Sonho Brasileiro”, que lhe conferiu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Brasília.
Ao longo de sua carreira na televisão, Celulari desempenhou papéis marcantes em diversas produções, como “Ciranda de Pedra”, “Guerra dos Sexos”, “Amor com Amor Se Paga”, “Sassaricando” e “Que Rei Sou Eu?”, entre outras.
Sua trajetória na TV iniciou-se na TV Tupi em 1978, interpretando Ivan na telenovela “Salário Mínimo”. Nos anos seguintes, participou de outras produções, como “Gaivotas” e “Casa Fantástica”. Na década de 1980, migrou para a Rede Globo, atuando em sucessos como “Marina”, “Plumas e Paetês”, “Ciranda de Pedra”, “O Homem Proibido”, “Louco Amor” e “Guerra dos Sexos”.
Durante a década de 1990, destacou-se na minissérie “Decadência”, conquistando prêmios como Melhor Ator pela Revista da TV e pelo Troféu APCA. Em 1998, teve uma atuação memorável em “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, interpretando Vadinho.
Nos anos 2000, recebeu indicações a prêmios por seu trabalho em “Sabor da Paixão” e “Beleza Pura”. Sua versatilidade foi evidenciada em diversas participações em programas humorísticos, como “Sai de Baixo” e “Os Normais”.
Na década de 2010, participou de produções como “Araguaia”, “S.O.S. Emergência”, “A Força do Querer” e “O Tempo Não Para”. Sua extensa carreira é marcada por personagens memoráveis e contribuições significativas para a teledramaturgia brasileira.


Fábio Assunção

Fábio Assunção, nascido em São Paulo em 10 de agosto de 1971, é ator e diretor teatral, reconhecido principalmente por sua notável atuação em telenovelas da TV Globo, sendo laureado com diversos prêmios por seu talento. Além de sua carreira artística, Fábio ingressou na vida política ao filiar-se ao Partido dos Trabalhadores (PT) em 2017.
A trajetória de Fábio nas artes começou com aulas de piano e violão na infância, posteriormente expandindo-se para teatro ao ingressar na Fundação das Artes, em São Caetano. Aos 15 anos, com habilidades em guitarra e piano, chegou a formar uma banda chamada Delta T, embora os desafios financeiros tenham interrompido esse sonho. Sua carreira decolou quando, uma semana após entregar seu currículo à Rede Globo, foi escolhido para sua primeira novela, “Meu Bem, Meu Mal”.
Ao longo dos anos, Fábio protagonizou diversas produções marcantes, destacando-se como mocinho em “Vamp” (1991), “De Corpo e Alma” (1992), e vilão em “Sonho Meu” (1993). Sua versatilidade foi evidente em papéis como Marcos Mezenga em “O Rei do Gado” (1996) e Marcelo de Barros Mota em “Por Amor” (1997-1998). Conquistou prêmios por sua atuação, como o Troféu Imprensa por “O Rei do Gado” e os prêmios Qualidade Brasil e Contigo por “Celebridade” (2004).
Fábio enfrentou desafios pessoais, como sua luta contra a dependência química, o que o levou a afastar-se de projetos, inclusive deixando a novela “Negócio da China” em 2008. Em 2009, recebeu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cinema Brasileiro de Los Angeles por “Bellini e o Demônio”. Seu retorno à televisão ocorreu com a minissérie “Dalva e Herivelto – Uma Canção de Amor”, rendendo-lhe uma indicação ao Emmy Internacional.
Em 2010, Fábio foi escalado para “Insensato Coração”, mas deixou o elenco alegando não estar preparado para o ritmo intenso de gravações. Após um período de tratamento, retornou em 2011 como Jorge em “Tapas & Beijos”. Em 2015-2016, viveu o playboy Arthur em “Totalmente Demais”, seguido por outros sucessos como “A Fórmula” (2017) e “Onde Nascem os Fortes” (2018).
Em 2017, enfrentou novos desafios com as drogas, recebendo apoio da Globo para tratamento na Argentina. Sua carreira, marcada por altos e baixos, continua a impressionar críticos e público, demonstrando sua resiliência e talento excepcionais.


Guilherme Fontes
Guilherme Machado Cardoso Fontes, nascido em Petrópolis em 8 de janeiro de 1967, é ator, diretor e produtor brasileiro que ganhou proeminência por suas performances marcantes em produções televisivas como “Mulheres de Areia” (1993), onde interpretou o protagonista Marcos, e “A Viagem” (1994), no papel do vilão Alexandre.
Sua carreira teve início aos 18 anos, quando estreou na primeira versão de “Ti Ti Ti” (1985), de Cassiano Gabus Mendes. Além de suas contribuições para a televisão, Fontes destacou-se no cinema com papéis em filmes como “A Cor do Seu Destino” (1986) e “Um Trem para as Estrelas” (1987), dirigido por Cacá Diegues. Seu primeiro grande sucesso foi na minissérie “Desejo” (1990), de Glória Perez, onde interpretou Dilermando de Assis.
Ao longo de sua carreira na televisão, Guilherme participou de mais de vinte novelas e séries, notabilizando-se como Marcos em “Mulheres de Areia” (1993) e como Alexandre Toledo em “A Viagem” (1994). Este último papel, como vilão em uma trama espírita, tornou-se memorável e a novela foi reprisada diversas vezes, batendo recordes de audiência.
Além de seu trabalho na atuação, Guilherme Fontes destacou-se como produtor teatral, realizando peças como “Desejo” e “Eu Odeio Hamlet”. Ele também embarcou em projetos ambiciosos, como a produção da série de documentários “Dossiê Chatô” (1994) e a série “Cinco Dias que Abalaram o Brasil”. No campo cinematográfico, dirigiu o filme “Chatô, O Rei do Brasil” (1999), considerado por Cacá Diegues como o “último filme tropicalista do cinema brasileiro”.
No aspecto pessoal, Guilherme Fontes enfrentou controvérsias, incluindo questões relacionadas a captação de recursos por meio da Lei Rouanet e Lei do Audiovisual. Em 2015, lançou o filme “Chatô, O Rei do Brasil”, que, apesar de recepção mista, rendeu-lhe prêmios, incluindo o APCA de melhor diretor de longa-metragem.
Em 2019, retomou sua presença na televisão ao participar da telenovela “Órfãos da Terra”. Guilherme Fontes, ao longo de sua carreira, demonstrou versatilidade e participou de projetos que deixaram uma marca significativa na cultura audiovisual brasileira.


Humberto Martins
Humberto Martins Duarte, nascido em Nova Iguaçu em 14 de abril de 1961, é conhecido principalmente por seus papéis em diversas telenovelas da TV Globo, frequentemente desempenhando personagens “galãs”. Sua carreira ganhou destaque a partir da década de 90, e ele atuou em várias obras de renome, colaborando com escritores como Carlos Lombardi e Glória Perez.
Martins iniciou sua trajetória nas novelas com participações em “Carmem” (1987) e “Vale Tudo” (1989). Seu primeiro papel fixo foi em “O Sexo dos Anjos” (1989). Nos anos seguintes, destacou-se em produções como “Barriga de Aluguel” e “Mulheres de Areia”. Em 1990, teve uma participação em “Rainha da Sucata”, contracenando com Regina Duarte.
Em 1994, viveu seu primeiro papel protagonista, interpretando Bruno em “Quatro por Quatro”. Tornou-se um dos atores preferidos do autor Carlos Lombardi, participando de várias de suas produções, como “Vira Lata”, “Uga Uga”, “O Quinto dos Infernos”, “Kubanacan” e “Pé na Jaca”.
Ao longo de sua carreira, protagonizou novelas como “Corpo Dourado” (1998), ao lado de Cristiana Oliveira, com quem mais contracenou ao longo de quatro novelas e uma minissérie. Em 2005, quebrou o estereótipo ao interpretar o empresário Laerte em “América”, seguido pelo papel de feitor Bruno em “Sinhá Moça” (2006).
Em 2008, desempenhou o papel de antagonista principal como o médico Renato em “Beleza Pura”. No ano seguinte, destacou-se como o inescrupuloso empresário Ramiro Cadore em “Caminho das Índias”.
Ao longo de sua carreira, Humberto Martins teve uma única atuação no cinema, interpretando o personagem homônimo no filme “Tiradentes”. Também participou de eventos fora da atuação, como sendo destaque na última alegoria do desfile campeão do GRES Aliança de Joaçaba-SC em 2009.
Em 2010, voltou a protagonizar como Ricardo Aguilar em “Escrito nas Estrelas”. Participou do remake de “O Astro” como Neco, vivendo o papel que originalmente foi interpretado por Flávio Migliaccio.
Em 2012, despediu-se do personagem Nacib na novela das 23h “Gabriela” de Walcyr Carrasco. Em 2015, participou do espetáculo teatral da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém como Pôncio Pilatos.
Em 2019, integrou o elenco da novela “Verão 90”, interpretando o personagem Herculano Mendes. Ao longo de sua carreira, Humberto Martins consolidou-se como um dos atores brasileiros mais reconhecidos e queridos do público.


Marcello Antony

Marcello Couto Antony de Farias, nascido em 28 de janeiro de 1965 no Rio de Janeiro, tem uma carreira destacada na televisão, cinema e teatro, interpretando papéis marcantes e internacionalmente reconhecidos.
Crescendo no bairro do Catete, na Zona Sul do Rio de Janeiro, Marcello tem ascendência italiana e portuguesa. Ele é o filho mais velho de Marilda Couto e José Roberto Antony de Farias, e tem dois irmãos mais jovens, Maurício e Márcio. Seu nome foi grafado com dois “l” em homenagem ao renomado ator italiano Marcello Mastroianni.
Iniciou sua carreira no teatro em 1989, após frequentar um curso na Casa das Artes de Laranjeiras. Sua estreia na televisão aconteceu em 1996 na primeira fase da novela “O Rei do Gado”, onde interpretou Bruno Berdinazzi. Ao longo de sua carreira na televisão, participou de várias novelas, destacando-se em obras como “Salsa e Merengue”, “Torre de Babel”, “Terra Nostra”, “Um Anjo Caiu do Céu”, “Coração de Estudante”, “Mulheres Apaixonadas”, “Senhora do Destino”, “Belíssima”, “Paraíso Tropical”, “Ciranda de Pedra”, “Passione” e “Amor à Vida”.
Em 2017, interpretou Edgar Gutierrez em “Malhação – Viva a Diferença” e participou do longa-metragem “Pequeno Segredo”. Em 2018, mudou-se para Portugal para integrar o elenco da novela “Valor da Vida” da TVI, interpretando Jesus Gonzaga, um neurocientista ambicioso e cheio de segundas intenções.
Ao longo de sua carreira, Marcello Antony conquistou reconhecimento e prêmios por suas atuações, consolidando-se como um dos talentos mais versáteis e respeitados do cenário artístico brasileiro.


Marcello Novaes

Marcello Tolentino Novaes, nascido em 13 de agosto de 1962 no Rio de Janeiro, é ator com uma carreira versátil e repleta de sucessos na televisão.


Marcos Palmeira


Maurício Mattar
Maurício Mattar Kirk de Souza, nascido em 3 de abril de 1964 no Rio de Janeiro, é um polivalente artista brasileiro, atuando como ator, cantor e compositor.
Sua carreira teve início em 1984, quando interpretou o namorado de Catarina (Marieta Severo) no último capítulo de “Vereda Tropical”. No ano seguinte, foi revelado em “Roque Santeiro” como João Ligeiro, irmão do personagem-título interpretado por José Wilker.
Além de sua carreira artística, Maurício Mattar é conhecido por sua vida pessoal marcada por relacionamentos públicos. Em 1983, iniciou um relacionamento com a cantora Elba Ramalho, com quem se casou em 1985. O casal teve um filho, Luã Ramalho Mattar, em 1987, mas se divorciou em 1990, mantendo uma relação amigável.
Posteriormente, teve relacionamentos com Flávia Gracie, Fabiana Sá, Angélica, Deborah Secco, Paolla Oliveira, Keiry Costa, Bianca Assumpção, e Shay Dufau. Em 2019, nasceu sua filha com Shay Dufau, chamada Ilha Dufau Mattar.
Maurício Mattar também se tornou avô de Esmeralda Mezkta Ramalho Mattar em abril de 2020, filha de seu filho Luã.
Sua trajetória, tanto na carreira artística quanto na vida pessoal, tornou Maurício Mattar uma figura conhecida e comentada no cenário artístico brasileiro.


Reinaldo Gianecchini

Reynaldo Cisoto Gianecchini Junior, nascido em 12 de novembro de 1972 em Birigui, iniciou sua carreira começou como modelo em 1991, com participação em desfiles e editoriais de moda até 1998. No entanto, ficou amplamente conhecido em 2000 ao interpretar o personagem Edu na telenovela “Laços de Família”, produção da TV Globo.
Ao longo de sua carreira, Gianecchini mostrou sua versatilidade atuando em diversas produções na televisão, teatro e cinema. Seu debute como ator foi no teatro, na peça “Cacilda”. A partir de então, ele participou de várias novelas, destacando-se em “Esperança” (2002), pelo qual recebeu o Prêmio Master de Melhor Ator. Em 2004, protagonizou “Da Cor do Pecado”, conquistando o Prêmio Contigo de Melhor Ator.
Em 2005, Gianecchini viveu o mecânico Paschoal em “Belíssima”, revelando seu lado cômico e recebendo prêmios por sua atuação. Outros trabalhos notáveis incluem “Sete Pecados” (2007), “Passione” (2010-2011), “Guerra dos Sexos” (2012), “Em Família” (2014), “Verdades Secretas” (2015), “A Lei do Amor” (2016) e “A Dona do Pedaço” (2019).
Além de sua carreira artística, a vida pessoal de Gianecchini também atraiu atenção da mídia. Em 2012, o jornalista Guilherme Fiuza escreveu uma biografia sobre o ator intitulada “Giane — Vida, arte e luta”. A obra aborda diversos aspectos da vida e carreira de Gianecchini, enriquecendo a compreensão do público sobre esse talentoso artista brasileiro.
