AçãoFilmesPOP Vintage

Os melhores Filmes de Ação da História

Bora entrar de cabeça no universo insano dos filmes de ação, onde tiros são trilha sonora, porrada é poesia e explosões são como fogos de artifício no cinema! Essa classe de filme é puro caos controlado, onde heróis metem bala, vilões são a personificação do mal e cada perseguição é uma dança de destruição. Se você curte emoção sem limites, esses são seus filmes obrigatórios! Ali o negócio é tiro, porrada e bomba, e o roteiro? Ah, é só uma desculpa pra mais ação! Prepara o refrigerante, a pipoca e segura firme, porque a pancadaria tá só começando!

O Exterminador do Futuro I (1984 – James Cameron)

Este é um dos filmes mais icônicos do Cinema mundial, utilizando as técnicas de efeitos especiais mais avançados da época. Ver estes efeitos hoje é bastante estranho e chega a parecer cômico.

Num futuro próximo, começou uma guerra entre homens e máquinas. Com a tecnologia a seu dispor, um plano inusitado é arquitetado pelas máquinas ao enviar para o passado um andróide (Arnold Schwarzenegger) com a missão de matar a mãe (Linda Hamilton) daquele que virá a se tornar o líder dos humanos na batalha contra as máquinas.

Para combater o andróide, os humanos também conseguem enviar um aliado (Michael Biehn) para proteger a mãe e tentar garantir o futuro da humanidade.

Nesta cena, o Androide ferido retida o olho biônico (claramente um boneco de plástico… mas para a época algo sensacional )


O Exterminador do Futuro II, o julgamento final (1991- James Cameron)

Os 7 anos de diferença desde o primeiro filme permitiram que a tecnologia de efeitos especiais desse um salto enorme. Os efeitos de CGI ( computer Graphics Effects ) usados neste filme são impressionantes, mesmo nos dias atuais, em especial no androide T-1000.
Eles utilizaram os mesmos efeitos de transição de rostos utilizado no clipe da música Black and White, de Michael Jackson, lançada no mesmo ano.

A criança destinada a ser líder (Edward Furlong) já nasceu, mas vive infeliz por não morar nem ser criado pela mãe (Linda Hamilton), que foi considerada louca e internada num manicômio quando falou de um exterminador vindo do futuro.

Desta vez, Arnold Schwarzenegger é um androide exatamente como o modelo T-800 do filme original, mas que vem do futuro, enviado desta vez pelos humanos,  para proteger o garoto.

Acontece que o mais avançado androide existente no futuro, um modelo T-1000 (Robert Patrick), que é feito de “metal líquido”, não pode sofrer nenhum dano permanente e pode assumir a forma que desejar, também veio para o passado, com a missão de matar o menino.


O predador

“O Predador” é um épico de ação que redefine a intensidade do gênero, trazendo Arnold Schwarzenegger para o centro de um confronto mortal. Quando uma equipe de operações especiais liderada por Dutch (Schwarzenegger) é enviada para resgatar reféns em uma selva sul-americana, eles se veem caçados por uma ameaça invisível e implacável.

À medida que a trama se desenrola,  o Predador, uma criatura alienígena com tecnologia avançada, começa a caçar os soldados um a um. O filme mergulha os espectadores em uma atmosfera de paranoia e tensão, onde cada som na selva pode ser o prenúncio do próximo ataque mortal e imprevisível.

Com cenas de ação intensas, embates eletrizantes e um suspense que mantém os nervos à flor da pele, “O Predador” é uma jornada implacável de sobrevivência em meio a um inimigo invisível e letal. Arnold Schwarzenegger lidera uma batalha desesperada contra um adversário que desafia todas as expectativas.

“O Predador” é mais do que um filme; é uma imersão em um mundo onde a caça e o caçador se entrelaçam, elevando o suspense e a ação a níveis estratosféricos.


Conan – O bárbaro

“Conan, o Bárbaro” é uma jornada épica que imortaliza Arnold Schwarzenegger como um ícone da ação. Neste conto de força e  vingança, Schwarzenegger interpreta Conan, um guerreiro que emerge das cinzas da destruição de sua aldeia, determinado a vingar a morte de seus pais.

A narrativa leva os espectadores a um mundo de magia, reinos decadentes e batalhas épicas, onde Conan trilha seu caminho para se tornar um lendário guerreiro. As cenas de ação são monumentais, com Schwarzenegger personificando a força bruta em cada golpe, e a trilha sonora envolvente transporta os espectadores para as terras místicas de Hyboria.

“Conan, o Bárbaro”  é uma imersão em um universo visualmente deslumbrante, repleto de mitos e perigos, uma saga de aventura, onde a bravura de Conan, as espadas reluzentes e as paisagens exóticas se entrelaçam para criar uma obra-prima do cinema de fantasia.

Este clássico atemporal continua a encantar gerações, solidificando seu lugar como um marco no legado de Arnold Schwarzenegger no cinema de ação e fantasia.


O Vingador do Futuro (1990 – Paul Verhoeven)

“O Vingador do Futuro” (1990) é uma viagem ao desconhecido, onde Arnold Schwarzenegger mergulha em um aventura de ação e suspense.

Na pele de Douglas Quaid, um homem assombrado por sonhos enigmáticos, Schwarzenegger embarca em uma jornada de autodescoberta que o leva ao cerne de uma conspiração interplanetária.

O filme é uma exploração futurista de realidades alternativas, com cenários futuristas e reviravoltas que desafiam a lógica. A linha tênue entre realidade e ficção científica se desfaz à medida que Quaid enfrenta corporações corruptas, agentes secretos e sua própria identidade fragmentada.

As cenas de ação são frenéticas, com Schwarzenegger desferindo golpes implacáveis e navegando por um mundo onde a tecnologia se funde com a imaginação. O suspense crescente mantém os espectadores tensos em seus assentos, questionando a própria natureza da realidade.

“O Vingador do Futuro” é uma imersão em um universo distópico, onde a linha entre herói e vilão se dissolve em reviravoltas. Arnold Schwarzenegger mais uma vez entrega uma performance cativante, solidificando seu legado como um ícone do cinema de ficção científica e ação. Prepare-se para uma viagem alucinante ao desconhecido, onde cada momento é uma revelação e cada cena é um convite para o inexplorado.


Comando para Matar (1986 – Mark L. Lester)

“Comando Para Matar” é uma bomba de ação que não dá deixa o espectador respirar um minuto.

O protagonista, John Matrix, interpretado por Arnold Schwarzenegger, é um ex-soldado das forças especiais cuja vida vira de cabeça para baixo quando sua filha é sequestrada. A partir desse momento, a narrativa se transforma em uma contagem regressiva implacável para a destruição.

Enviado em uma missão aparentemente suicida por um inimigo misterioso, Matrix se torna um furacão de vingança, deixando para trás um rastro de corpos enquanto desvenda uma conspiração internacional. Explosões, tiroteios e lutas corpo a corpo compõem um espetáculo visual que não é apenas um filme, mas uma experiência cinematográfica intensa.

Este thriller de ação mergulha os espectadores em um universo de caos e adrenalina, onde não há espaço para regras, apenas para pura destruição. “Comando Para Matar” não apenas elevou Arnold Schwarzenegger ao status de ícone de ação, mas também estabeleceu o filme como um marco do gênero.


Rock – o Lutador (1976 – John G. Avildsen)

“Rocky, um Lutador” (1976) é mais do que um filme de boxe; é um conto inspirador que definiu o gênero esportivo. Escrito e estrelado por Sylvester Stallone, o filme conta a história de Rocky Balboa, um boxeador desconhecido que recebe a chance de enfrentar o campeão dos pesos pesados, Apollo Creed (interpretado por Carl Weathers).

A trilha sonora, composta por Bill Conti, é uma peça fundamental na atmosfera emocional do filme. A icônica música “Gonna Fly Now” tornou-se um hino motivacional, encapsulando a jornada de Rocky desde o anonimato até a grandeza. A trilha ganhou merecidamente o Oscar de Melhor Canção Original e contribuiu significativamente para a identidade emocional do filme.

“Rocky, um Lutador”  lançou a carreira de Stallone ao estrelato, e também se tornou um símbolo de perseverança, superação e determinação.


Rocky II – A revanche (1979 – Sylvester Stallone)

“Rocky II – A Revanche” (1979) é a emocionante continuação da saga de Rocky Balboa, mais uma vez interpretado por Sylvester Stallone. O filme retoma a história imediatamente após a luta épica entre Rocky e Apollo Creed. Agora, enfrentando desafios não apenas no ringue, mas também na vida pessoal, Rocky busca redenção e afirmação.

A trilha sonora marcante de Bill Conti continua a desempenhar um papel crucial, com a música “Eye of the Tiger” se tornando uma sensação cultural. Essa música, interpretada pela banda Survivor, tornou-se o hino de treino por excelência e é indissociável da imagem de Rocky se preparando para a revanche.

Uma curiosidade interessante sobre “Rocky II” é que Stallone incorporou elementos autobiográficos em sua escrita. Enfrentando desafios semelhantes aos de seu personagem, Stallone trouxe uma autenticidade única ao papel. Além disso, Stallone também dirigiu o filme, consolidando seu papel criativo e influência no desenvolvimento da franquia.

A narrativa de “Rocky II” explora a resiliência e a determinação em face da adversidade, tanto dentro quanto fora do ringue. O filme não apenas mantém o impacto emocional do original, mas aprofunda o desenvolvimento do personagem de Rocky, transformando-o em um ícone ainda mais duradouro do cinema de superação.

“Rocky II – A Revanche” é uma adição empolgante à franquia, mantendo a fórmula vencedora de histórias inspiradoras, performances cativantes e uma trilha sonora que ecoa na memória dos espectadores. Ao continuar a jornada de Rocky Balboa, o filme solidifica seu lugar como um clássico atemporal, provando que a busca pela grandeza é uma batalha que nunca envelhece.

Uma curiosidade fascinante sobre “Rocky 2” é a origem improvisada de uma de suas cenas mais famosas. A corrida pelas escadarias do Museu de Arte da Filadélfia, agora conhecida como as “Escadarias de Rocky”, não estava inicialmente no roteiro. Foi ideia de Stallone durante as filmagens para adicionar um elemento de treinamento diferente. Essa cena, acompanhada pela trilha sonora triunfante, tornou-se um ícone do cinema e é reverenciada por fãs de todo o mundo.


Rocky III – O desafio supremo (1982 ‧ Sylvester Stallone)

“Rocky III – O Desafio Supremo” (1982) é a próxima emocionante etapa da jornada de Rocky Balboa, novamente interpretado por Sylvester Stallone. Este capítulo da saga, dirigido por Stallone, mergulha Rocky em uma espiral de desafios e oportunidades, consolidando sua transição de underdog a ícone.

Com o retorno de Bill Conti na composição, a trilha sonora continua a ser um elemento fundamental, adicionando camadas emocionais às experiências de Rocky. Além disso, a canção “Eye of the Tiger” da banda Survivor, que se tornou um hino motivacional, também está presente neste filme, intensificando a experiência sonora.

Uma curiosidade intrigante sobre “Rocky III” é a participação de Mr. T, que interpreta Clubber Lang, um adversário formidável para Rocky. A dinâmica entre Stallone e Mr. T adiciona uma nova dimensão ao filme, trazendo um antagonista formidável e destacando as complexidades do caminho de Rocky para a redenção.

Ao explorar temas como o preço da fama e as verdadeiras motivações por trás da busca pela grandeza, “Rocky III” continua a oferecer não apenas cenas de ação empolgantes, mas também uma narrativa emocionalmente envolvente. A evolução do personagem de Rocky é palpável, garantindo que o público continue torcendo por ele.

Em resumo, “Rocky III – O Desafio Supremo” é uma combinação cativante de esporte e ação, alimentada pela resiliência inabalável de Rocky Balboa. Este capítulo não apenas mantém o legado da franquia, mas também eleva as apostas, mostrando que a jornada do pugilista é um ciclo de desafios constantes e redenção contínua.


Rocky IV- O desafio supremo (1985 ‧ Sylvester Stallone)

“Rocky IV” (1985) é uma explosão de adrenalina que coloca Rocky Balboa, novamente interpretado por Sylvester Stallone, contra um novo e formidável adversário: Ivan Drago, interpretado por Dolph Lundgren. Este capítulo da saga é uma montanha-russa de emoções, repleta de drama, ação e uma trilha sonora que se destaca.

A trilha sonora, mais uma vez sob a batuta de Bill Conti, apresenta músicas memoráveis que amplificam a intensidade do confronto entre os dois pugilistas. Destaca-se a emblemática “Hearts on Fire”, que se tornou sinônimo das cenas de treinamento intensas e motivacionais presentes no filme.

Uma curiosidade fascinante sobre “Rocky IV” é a filmagem das cenas de treinamento de Stallone na neve. Para criar autenticidade, Stallone e sua equipe filmaram nas montanhas geladas do Wyoming, enfrentando condições extremas. Essa dedicação à autenticidade adiciona um elemento visceral às cenas, destacando o comprometimento de Stallone com seu personagem e com a qualidade cinematográfica.

O filme é também um reflexo do contexto geopolítico da época, explorando as tensões entre Estados Unidos e União Soviética durante a Guerra Fria. O confronto entre Rocky e Drago torna-se uma metáfora poderosa, transcendo o ringue e abordando questões mais amplas.

Em resumo, “Rocky IV” é um épico de ação que não apenas adiciona camadas emocionais à saga de Rocky Balboa, mas também se destaca como uma obra que captura o zeitgeist da década de 1980. Com sequências de treinamento inesquecíveis, um antagonista formidável e a constante evolução do personagem principal, o filme continua a cativar fãs e é um marco na história do cinema esportivo.


Rambo – Programado para Matar (1982 – Ted Kotcheff)

Saltar de barcos explosivos, metralhar inimigos, sobreviver na selva, camuflar-se na lama, queimar seu próprio ferimento com pólvora. Quem é capaz?
Rambo, John Rambo!

O icônico personagem de Sylvester Stallone começou a saga em “Rambo: First Blood”.
John Rambo, um veterano do Vietnã em busca de paz, vê-se enfrentando uma pequena cidade que o subestima. Quando a truculência policial desencadeia seu instinto de sobrevivência, inicia-se uma caçada implacável pelas montanhas. Entre embates táticos e momentos de reflexão, Rambo emerge como um símbolo de resistência contra a opressão. Este thriller de ação não apenas define um gênero, mas também mergulha nas profundezas da psique de um guerreiro silencioso que só queria encontrar um lar. “Rambo: First Blood” é o início turbulento de uma saga que desencadeou uma lenda.


Rambo II

“Rambo: First Blood Part II” é a sequência de Rambo que redefiniu o significado de missão impossível.

O icônico John Rambo, retirado da aposentadoria, embarca em uma missão no Vietnã para resgatar prisioneiros de guerra americanos deixados para trás. O que começa como uma operação militar padrão se transforma em um jogo de gato e rato, mergulhando Rambo em um pesadelo de traição e conspiração.

Com uma combinação letal de habilidades de sobrevivência e armas destrutivas, Rambo enfrenta inimigos em terra e ar, tornando-se o pesadelo de qualquer adversário. Este épico de ação dos anos 80 não só solidificou o status de Sylvester Stallone como um ícone de ação, mas também estabeleceu Rambo como sinônimo de bravura inigualável. Prepare-se para uma missão onde as apostas são altas e a ação é implacável. “Rambo: First Blood Part II” – a missão que redefiniu os limites da adrenalina.


Rambo III

“Rambo III” é a terceira e explosiva película da saga de ação estrelada por Sylvester Stallone.

Neste capítulo, John Rambo se encontra no Afeganistão, onde sua missão de resgatar o coronel Trautman (interpretado por Richard Crenna) se transforma em uma batalha brutal contra as forças soviéticas invasoras.

Uma cena notável do filme ocorre quando Rambo enfrenta um helicóptero de ataque soviético usando apenas um arco e flecha. Essa cena é icônica não apenas pela ousadia de Rambo em enfrentar um inimigo tecnologicamente superior, mas também pela intensidade e habilidade demonstradas durante o confronto. O arco e flecha tornam-se uma extensão da ferocidade e destemor do personagem, sublinhando a sua incrível perícia em combate.

Um detalhe interessante sobre essa cena específica é que Stallone, além de protagonizar, também contribuiu significativamente para a coreografia e execução da sequência. Ele passou tempo considerável aprimorando suas habilidades com arco e flecha para tornar a cena o mais autêntica e impactante possível. O resultado é uma das cenas mais memoráveis não apenas de “Rambo III”, mas de toda a franquia.

Essa mistura de ação intensa, confrontos épicos e a dedicação de Stallone à autenticidade transformam “Rambo III” em um clássico do cinema de ação, deixando uma marca duradoura na memória dos fãs.


Stalone Cobra (1986 – George Pan Cosmatos)

“Stallone Cobra” (1986) é um thriller de ação que coloca Sylvester Stallone no papel do policial durão Marion “Cobra” Cobretti. O filme, dirigido por George P. Cosmatos, é uma celebração do gênero de ação dos anos 80, repleto de sequências intensas e estilo característico da época.

A trama segue Cobra, um policial linha-dura, enquanto ele enfrenta uma seita assassina que aterroriza a cidade. Armado com uma metralhadora e uma atitude implacável, Cobra se torna um verdadeiro justiceiro, decidido a livrar a cidade do mal.

Brigitte Nielsen, uma atriz dinamarquesa, interpreta Ingrid Knudsen, uma modelo e testemunha-chave da seita criminosa que Cobra está perseguindo. Durante as filmagens, Sylvester Stallone e Brigitte Nielsen desenvolveram um relacionamento que transcendeu as telas. O casal acabou se apaixonando e, posteriormente, se casou em dezembro de 1985.

O relacionamento de Stallone e Nielsen foi bastante noticiado na época, chamando a atenção da mídia e dos fãs. A dinâmica entre os dois atores em “Stallone Cobra” refletiu a química real que se desenvolveu entre eles nos bastidores, culminando em um romance que se desdobrou para além do filme.

Uma curiosidade interessante sobre “Stallone Cobra” é a influência do personagem Cobra nas tendências culturais. O visual distinto de Stallone, incluindo seus óculos de sol, virou ícone e reflete a estética da década de 1980. Além disso, o apelido “Cobra” e a famosa fala “You’re the disease, and I’m the cure” (Você é a doença, e eu sou a cura) tornaram-se frases marcantes associadas ao filme.